* 2017/2018: Plano de Formação

Ação 32: 2017/18 - Português: Iniciação à leitura e à escrita do 1º ciclo

Publicado a 25/07/2017, 03:52 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 09:08 ]


Curso de Formação: 15HP, 0.6 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92145/17
Formador: Maria Fátima Silva 
Local: Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira
Grupos de recrutamento: 110
Calendário: 
03 de outubro de 2017 a 14 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Esta ação preconiza a melhoria das condições de ensino e aprendizagem do Português e a valorização das competências dos professores nesta área. O Programa e restantes documentos orientadores introduzem desafios que pressupõem o reequacionamento das práticas à luz da investigação mais recente. O contexto social e cultural onde se inserem muitos dos nossos alunos, à entrada no ensino formal, não lhes permite uma harmonização de aquisições no desenvolvimento da linguagem facilitadoras das emergências da linguagem verbal para que possam lidar de forma harmoniosa com o processo de codificação e descodificação da mesma.Tal como se preconiza no programa de Português para o 1º Ciclo, os alunos que ingressam no ensino formal caracterizam‐se por uma grande diversidade no que respeita tanto à compreensão quanto à expressão oral pelo que é essencial aprofundar o conhecimento e o domínio da linguagem oral quer na capacidade de compreensão do oral quer na capacidade de expressão oral, nas dimensões da compreensão e da produção, com progressiva autonomia.

Nos primeiros anos do Ensino Básico, assume uma grande importância a ligação entre a Oralidade e o ensino dos conteúdos do domínio da Leitura e Escrita. A linguagem escrita é uma representação da linguagem oral; o sistema de escrita que utilizamos representa uma estrutura da fonologia da língua, que são os fonemas. Como explicita José Morais (2013), «para aprender o sistema alfabético, as crianças aos 5, 6 anos são levadas a refletir sobre a estrutura fonológica da língua e tomam consciência, juntamente com a aprendizagem das letras, da existência de unidades fonológicas. é uma das primeiras realidades do ensino do Português no 1.º Ciclo: o desenvolvimento da consciência fonológica e da consciência ortográfica. Leitura e Escrita constituem um só domínio no 1.º Ciclo. Sendo funções distintas, elas apoiam‐se em capacidades que lhes são em grande medida comuns. Tem sido esta a opção consistente de José Morais (2013), aliás confirmada por estudos como os conduzidos, no nosso país, por João Lopes et alii.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                       
                                  outubro:   03(terça feira) 17h00 - 19h00; 10(terça feira) 17h00 - 19h00; 17(terça feira) 17h00 - 19h00; 24(terça feira) 17h00 - 19h00;
                                  
                                                              31(terça feira) 17h00 - 19h00;

                                      novembro:   07(terça feira) 17h00 - 19h00; 14(terça feira) 17h00 - 20h00.                                                                                             



                                                                                                                                     

Ação 31: 2017/18 - Escrita Criativa e Ilustração - A pluralidade dos sentidos

Publicado a 25/07/2017, 03:51 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 09:06 ]

Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92162/17
Formadora: Dulce Gonçalves
Local: Agrupamento de Escolas das Laranjeiras
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
04 de setembro de 2017 a 30 de outubro de 2017 

                                                                       

Descrição

Estudos do âmbito da neurociência têm permitido uma análise cada vez mais especializada do processo de ensino e aprendizagem, obrigando a escola atual a repensar velhos modelos. A plasticidade cerebral possibilita a interligação de processos morfológicos, fisiológicos e comportamentais, permitindo, por exemplo, reter e arquivar nova informação. Contudo, as funções cognitivas são potenciadas quando a criatividade é estimulada desde cedo.

Desta forma, cabe à escola a maximização de oportunidades de expressão criativa nos processos de ensino e aprendizagem, fortalecendo comportamentos que preparem o aluno a pensar de uma maneira autónoma, flexível e imaginativa.

Porém, apesar das conclusões científicas a que vários estudos chegam, apesar das novas indicações metodológicas incorporadas em alguns programas curriculares recentes, o ensino continua a ser padronizado, a aprendizagem resulta de um suporte teórico que requer, inúmeras vezes, apenas compreensão, reprodução e memorização mecânica, os exercícios assumem apenas uma resposta tipificada, desvalorizando-se o pensamento divergente e o papel que a criatividade pode ter para encontrar soluções.

Paralelamente, os conteúdos lecionados não se interligam numa lógica interdisciplinar, no sentido de fortalecer o raciocínio abrangente, valorizando-se, do mesmo modo, o trabalho individual do aluno, contraposto a uma dinâmica cooperativa de aprendizagem e de autoquestionamento e descoberta.

Por outro lado, na sociedade atual os conhecimentos renovam-se rapidamente em consequência do progresso científico e tecnológico, obrigando o indivíduo a desenvolver capacidades de adaptação a novas circunstâncias e situações. Nesse sentido, desenvolver o potencial criativo pode significar a sobrevivência no próprio mundo laboral, para o qual a escola deve preparar o indivíduo.

Hargreaves defende que a missão de ensinar, na sociedade de conhecimento, implica cultivar diversas capacidades nos jovens, como a aprendizagem cognitiva profunda, a criatividade, ou o trabalho em rede e em equipa, entre outras.  

Howard Gardner, por seu lado, defende que as crianças desenvolvem, até aproximadamente aos 7 anos, um manancial criativo a partir do qual desenvolverão o seu potencial futuro, estimulando-o e aumentando-o à medida que crescem.  Contudo, à medida que a criança cresce, começa a preocupar-se com o que os outros pensam das suas ideias, iniciando um processo de auto-inibição da sua criatividade. Já sem referir que a própria escola impõe limites bem delineados. O desafio do educador, portanto, também passa por assegurar que os jovens desenvolvem capacidade de resiliência, ao mesmo tempo que adquirem vontade de partilhar as suas ideias, de as discutir, aceitando sugestões, críticas, contributos, maximizando oportunidades de expressão criativa nos processos de ensino e aprendizagem, e fortalecendo comportamentos que preparam o aluno a pensar de uma maneira autónoma, flexível e imaginativa.

Afinal, a capacidade de trabalhar imperativamente através de parcerias criativas é uma competência essencial do nosso século.

Desta forma, criar uma ação de formação que integre a escrita criativa e a ilustração interligadas, possibilitará ao formando apreender de modo privilegiado a mais valia que uma educação plural, inclusiva, estruturada e sustentada na estética, na arte e no pensamento possibilita no mundo atual.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras e Instituto Pupilos do Exército;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 29: 2017/18 - O caminho para uma articulação entre ciclos no ensino da Matemática

Publicado a 25/07/2017, 03:50 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 09:03 ]

Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92088/17
Formadoras: Teresa Nabuco e Fátima Lopes
Local: Agrupamento de Escolas das Laranjeiras
Grupos de recrutamento: 230 e 500
Calendário: 
09 de outubro de 2017 a 11 de dezembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Actualmente torna-se fundamental, face às necessidades curriculares que os programas e as metas curriculares desenham, tal como o Ministério prescreve, ”Proporcionar um percurso sequencial e articulado dos alunos (…) e favorecer a transição adequada entre níveis e ciclos de ensino” bem como promover  “O conjunto de conteúdos e objetivos que, devidamente articulados, constituem a base da organização do ensino e da avaliação do desempenho dos alunos”. 

Deste modo, a articulação curricular surge como uma peça fundamental que visa a formação integral do aluno espelhando o conjunto de capacidades e competências que este deve ter no final de cada ciclo de escolaridade.

A articulação entre ciclos deverá proporcionar um conhecimento profundo de todos os níveis educativos, quer pelos educadores, quer pelos professores, bem como proporcionar a possibilidade de trabalho comum tendo como mais valia as semelhanças e diferenças os níveis educativos e as faixas etárias a que se destinam.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras, Colégio Militar, Instituto Pupilos do Exército;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 23: 2017/18 - Supervisão em contexto de conselho de turma

Publicado a 25/07/2017, 03:50 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 09:00 ]

Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91209/17
Formadora: Ana Sérgio
Local: Escola Profissional Agrícola D. Dinis - Paiã
Grupos de recrutamento: Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
10 de outubro de 2017 a 22 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Face ao levantamento de necessidades efetuado junto das escolas associadas deste Centro de formação, sinalizou-se a pertinência de integrar no plano de formação ações que sensibilizem os docentes para a necessidade de programar e desenvolver modelos de supervisão nas estruturas intermédias de modo a regular e avaliar processos científicos e didáticos implementados, atendendo aos objetivos e metas organizacionais.

i) A supervisão, por parte de quem preside ao conselho de turma, surge como ação estratégica conducente à implementação de um modelo de regulação de processos e de resultados indispensável ao exercício do cargo de diretor de turma. 

ii) Como sabemos, o desempenho das funções de diretor de turma “obriga” (por decreto) à preparação, implementação e avaliação de ações reflexivas, contextualizadas e reguladoras de práticas docentes, ao nível do conselho de turma. Deste modo, surge como um imperativo a necessidade de encontrar formas de mapeamento/reinvenção e reescrita conjunta do currículo, aferição de competências a desenvolver transversalmente, programação e avaliação de atividades intra, inter e multidisciplinares (em sede de conselho de turma) em convergência com os documentos estruturantes e orientadores da ação educativa – PEE e PCE.

iii) Solicita-se também ao diretor de turma o exercício de uma liderança transformacional que se traduza na capacidade de mobilizar vontades, agregar esforços de modo a instigar os outros à ação, ao planeamento, à regulação e à avaliação dos produtos alcançados de modo crítico, construtivo e colegial.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes da Escola Profissional Agrícola D. Dinis - Paiã;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 21: 2017/18 - Folha de Cálculo aplicada à prática letiva

Publicado a 25/07/2017, 03:49 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 08:57 ]

Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91107/17
Formadora: Isabel Vaz
Local: Agrupamento de Escolas Benfica
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
25 de setembro de 2017 a 30 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Muitos professores têm dificuldade na utilização da folha de cálculo, pois são utilizadores por necessidade do tratamento de texto

A avaliação é cada vez mais complexa e exigente, tornando-se necessário a utilização de ferramentas expeditas que facilitem a sua execução

Pela solicitação dos próprios professores



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas de Benfica, Colégio Militar e Instituto Pupilos do Exercito;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 15: 2017/18 - Avaliar para diferenciar no ensino do Português e da Matemática

Publicado a 25/07/2017, 03:49 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 08:53 ]

Oficina de Formação: 25HP+25TA, 2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91521/17
Formadoras: Cristina Loureiro e Encarnação Silva
Local: Agrupamento de Escolas Benfica
Grupos de recrutamento: 110
Calendário: 
09 de outubro de 2017 a 06 de dezembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Os professores e os educadores são confrontados atualmente com maiores e mais complexas exigências de gestão e inovação curricular, maiores diversidades nos públicos com que trabalham, sendo-lhes simultaneamente exigido elevadas metas de sucesso nas avaliações externas em Língua Portuguesa e Matemática. 

Embora atualmente seja possível encontrar um elevado número de tarefas e propostas de trabalho divulgadas, a sua adaptação a uma realidade, a sua experimentação reflexiva, o conhecimento das formas como os alunos as resolveram e experimentaram reveste-se de grande pertinência e utilidade. A investigação tem evidenciado que não basta divulgar bons materiais para a sala de aula, é necessário que eles sejam acompanhados de experiências significativas de utilização e que estas sejam conhecidas e reflectidas pelos professores.

Além disso, um trabalho colaborativo entre docentes dentro dos agrupamentos  conduz a resultados mais eficazes porque permite a identificação de problemas, a experimentação, discussão e reformulação de estratégias, a partilha de materiais, facilitando o trabalho e otimizando recursos e resultados. 

A elaboração desta proposta de oficina de formação resulta da conjugação dos seguintes factores:

Necessidades específicas identificadas pelos professores do 1.º ciclo relativamente ao trabalho articulado entre a Matemática e a Língua Portuguesa.

Necessidades específicas identificadas pelos professores relativamente a estratégias de diferenciação pedagógica.

Necessidade de desenvolver novos instrumentos de avaliação coerentes com as atividades realizadas.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes dos Agrupamentos de Escolas de Benfica e Vergílio Ferreira;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 14: 2017/18 - Ciclo de Palestras para a Promoção do Sucesso Escolar

Publicado a 25/07/2017, 03:49 por Bruno Henriques   [ atualizado a 01/08/2017, 08:48 ]

Curso de Formação: 15HP, 0.6 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-88856/16
Formadoras: Cláudia Candeias e Andreia Trabulo
Local: Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
16 de outubro de 2017 a 30 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Organizado num Ciclo de Palestras, este curso de formação pretende ser um espaço e tempo formativos transdisciplinar colaborativo e crítico, convidando os participantes a discutir temáticas de extrema importância para a afirmação de uma escola mais acolhedora, combatendo o insucesso e o abandono escolar. Assim, pretende-se promover espaços de reflexão crítica que favoreçam a apropriação / actualização de conhecimentos e o desenvolvimento de competências, onde o aprender e o crescer estão associados a um desenvolvimento sociocognitivo e emocional consistente, por forma a alcançar os níveis de sucesso pretendidos.

Pretendemos debater os seguintes temas:

- Disciplina Positiva: promover atitudes através de estímulos positivos

- Gestão de Conflitos: afirmar uma Escola acolhedora para todos

- Diferenciação Pedagógica / Coadjuvância na sala de aula: promover estratégias específicas com os professores que trabalham no sistema de Coadjuvância.

- Trabalho Colaborativo: promover estratégias para o desenvolvimento e manutenção do trabalho entre docentes.

- Coaching Educacional: promover estratégias específicas e conhecer os diferentes contextos da sua aplicabilidade.

Em contexto de capacitação dos professores e da Escola para melhor compreender e gerir os comportamentos dos alunos, desenvolvem-se sessões práticas de reflexão do quadro de referência teórico, de experimentação, de partilha de conhecimento, bem como de experiências, afirmando os professores como elementos-chave de exclusividade, procurando responder de modo à complexidade das temáticas acima indicadas, e que vivenciam no seu dia-a-dia, contribuindo para o desenvolvimento profissional e pessoal dos participantes, bem como para a melhoria das aprendizagens dos alunos e da Escola no seu todo.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira, Escola Profissional Ciências Geográficas e Instituto Pupilos do Exército;                   ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 13A: 2017/18 - Práticas de avaliação: avaliar melhor para aprender bem

Publicado a 25/07/2017, 03:48 por Bruno Henriques   [ atualizado a 02/08/2017, 02:07 ]

Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-90748/17
Formadora: Anabela Neves
Local: Agrupamento de Escolas de Benfica/ Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos
Grupos de recrutamento: Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
30 de outubro de 2017 a 23 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

A avaliação deve ser entendida como um processo que se desenvolve em diferentes momentos, com diferentes objetivos e pressupõe uma partilha de responsabilidades. É um processo sistemático e deliberado de recolha de informação relativa ao que os alunos sabem e são capazes de fazer e essencialmente destinado a regular e a melhorar o ensino e a aprendizagem. A informação obtida deve ser utilizada para que os alunos compreendam o estado em que se encontram relativamente a um dado referencial de aprendizagem e desenvolvam ações que os ajudem a aprender e a ultrapassar as suas eventuais dificuldades. Apesar desta perspetiva positiva de avaliação ser importante e dever ser valorizada, a avaliação da aprendizagem dos alunos continua a apresentar dificuldades aos professores devido às diferentes variáveis que a influenciam e às tensões que a atravessam. Além disso, a avaliação é um dos principais fatores da aprendizagem dos alunos com profundas consequências no futuro das suas vidas e por isso pode constituir-se como um elemento perturbador e desconfortável quer para docentes quer para discentes.

Enquanto elemento essencial do processo de aprendizagem e de formação/ensino, a avaliação deve ser concebida em simultâneo com as atividades de aprendizagem aquando da sua planificação, orientar-se por princípios e ser concebida como um meio e não como um fim. Neste sentido, a elaboração dos critérios de avaliação e de classificação devem submeter-se às prioridades definidas pelo currículo privilegiando os aspetos nele considerados relevantes para a formação dos estudantes/formandos.

A análise dos critérios elaborados pela maior parte das instituições escolares tem revelado a existência de uma certa confusão conceptual quanto ao entendimento de conceitos essenciais de avaliação, de procedimentos de recolha de informação e de critérios.  

Visando o esclarecimento conceptual, o aperfeiçoamento de técnicas e procedimentos de recolha e análise de informação e a reflexão sobre critérios de avaliação e classificação concebe-se este curso de formação que deve incentivar os formandos a:

a) Refletir sobre as práticas avaliativas enquanto reguladoras do processo de aprendizagem subordinadas aos princípios de rigor, equidade e diversificação;

b) Analisar diferentes propostas de elaboração de critérios;

c) Conceber, em grupo, tarefas e instrumentos de avaliação;

d) Desenvolver a capacidade de fundamentação das opções avaliativas.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes dos Agrupamentos de Escolas Quinta de Marrocos, Braamcamp Freire e Colégio Militar                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                            outubro:   30(segunda feira) 17h30 - 21h00;         

                                       novembro:   02(quinta feira) 17h30 - 20h30; 06(segunda feira) 17h30 - 20h30; 09(quinta feira) 17h30 - 20h030

                                                               13(segunda feira) 17h30 - 20h30; 16(quinta feira) 17h30 - 20h03020(segunda feira) 17h30 - 20h30;  

                                                               23(quinta feira) 17h30 - 21h00.                                                                        



                                                                                                                                     

Ação 10: 2017/18 - Dificuldades na Aprendizagem e boas práticas de diferenciação pedagógica

Publicado a 25/07/2017, 03:48 por Bruno Henriques   [ atualizado a 31/07/2017, 09:02 ]


Curso de Formação: 15HP, 0.6 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92277/17
Formadora: Maria Dulce Gonçalves
Local: Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire
Grupos de recrutamento: 2º, 3º ciclo e Ensino Secundário
Calendário: 
10 de outubro de 2017 a 21 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Um crescente número de dificuldades na aprendizagem, impede o sucesso de muitos alunos em muitas matérias e disciplinas. Os alunos que vão ficando para trás, que desistem, que se acomodam, são muitas vezes aqueles que mais perturbam e prejudicam o trabalho em sala de aula. Com o passar do tempo, o seu desfasamento (em relação à turma ou ao nível de escolaridade) pode ser de tal ordem que se torna quase inútil qualquer esforço de recuperação. Com prejuízo dos próprios alunos, de todos os outros, de toda a escola e de toda a comunidade.

Monitorizar a forma como progridem ao longo do tempo permite determinar curvas de aprendizagem individuais e de turma, definir objetivos e metas, avaliar e identificar eventuais desfasamentos de forma muito precoce. Em termos internacionais, cada vez mais se analisam as dificuldades na aprendizagem no quadro da monitorização de progressos e da resposta à intervenção (Modelo RTI). A intervenção é estruturada de forma diferenciada, diversificada e estruturada em diferentes níveis de intensidade, em função da resposta observada nos alunos (e.g. Bender & Shores, 2007; Fuchs, Fuchs & Vaughn, 2008). As insuficiências e as dificuldades na aprendizagem são de imediato enquadradas em mais e melhor estimulação, no quadro da turma ou em espaços complementares, de forma criativa, cooperativa e multidisciplinar. Objetivo: manter todos os alunos numa rota de evolução contínua, mesmo que em ritmos diferentes e com diferentes metas e resultados finais. Quaisquer que sejam as dificuldades, o mais importante é que o sistema educativo assegure que todos continuam a aprender (a melhorar) e que exista a possibilidade de o comprovar através de indicadores objetivos. Esta confirmação reforça e potencia a evolução, num ciclo virtuoso de qualidade, melhoria contínua e contínua aprendizagem.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 9: 2017/18 - Dificuldades na aquisição e desenvolvimento da leitura e escrita no 1º ciclo

Publicado a 25/07/2017, 03:47 por Bruno Henriques   [ atualizado a 31/07/2017, 08:58 ]


Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92144/17
Formadora: Maria Dulce Gonçalves
Local: Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire
Grupos de recrutamento: 110
Calendário: 
09 de outubro de 2017 a 22 de novembro de 2017 

                                                                       

Descrição

Dados recentes (DGEEC, 2016) sugerem que, em média, 10% dos alunos a frequentar o 2º ano de escolaridade ficam retidos todos os anos. Sendo um valor médio, muitas escolas registam valores de insucesso precoce muito mais elevados. Estas experiências de insucesso precoce marcam, por vezes de forma indelével, todo o percurso da escolaridade obrigatória. Além disso, tendo por referência as Metas Curriculares, dados recentes (e.g.Gonçalves, 2014; 2016) revelam que a maioria dos alunos apresenta um desempenho no domínio da Leitura e da Escrita, muito inferior ao esperado. De acordo com o Modelo RTI, de Resposta à Intervenção, tão vastamente documentado no contexto internacional e recentemente preconizado pela DGE, uma atuação docente mais informada, atualizada, diferenciadora e com base em resultados e dados de investigação em ação, deve ser considerada como um fator determinante (e indispensável) para o sucesso escolar. Em especial nos domínios da Leitura e Escrita, como pilares essenciais de todas as outras subsequentes aprendizagens.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire;

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



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