* 2017/2018: Plano de Formação - 2ª Fase


Ação 29: 2017/18 - O caminho para uma articulação entre ciclos no ensino da Matemática

Publicado a 08/11/2017, 06:31 por Inacia Oliveira


Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92088/17
Formadoras: Teresa Nabuco e Fátima Lopes
Local: Agrupamento de Escolas das Laranjeiras
Grupos de recrutamento: 230 e 500
Calendário: A Determinar
 

                                                                       

Descrição

Actualmente torna-se fundamental, face às necessidades curriculares que os programas e as metas curriculares desenham, tal como o Ministério prescreve, ”Proporcionar um percurso sequencial e articulado dos alunos (…) e favorecer a transição adequada entre níveis e ciclos de ensino” bem como promover  “O conjunto de conteúdos e objetivos que, devidamente articulados, constituem a base da organização do ensino e da avaliação do desempenho dos alunos”. 

Deste modo, a articulação curricular surge como uma peça fundamental que visa a formação integral do aluno espelhando o conjunto de capacidades e competências que este deve ter no final de cada ciclo de escolaridade.

A articulação entre ciclos deverá proporcionar um conhecimento profundo de todos os níveis educativos, quer pelos educadores, quer pelos professores, bem como proporcionar a possibilidade de trabalho comum tendo como mais valia as semelhanças e diferenças os níveis educativos e as faixas etárias a que se destinam.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras, Colégio Militar, Instituto Pupilos do Exército;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                   


                                                                                                                                                          A Determinar

Ação 31: 2017/18- Escrita Criativa e Ilustração - A pluralidade dos sentidos

Publicado a 20/09/2017, 07:29 por Inacia Oliveira   [ atualizado a 20/09/2017, 07:32 ]


Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92162/17
Formadora: Dulce Gonçalves
Ilustradora Convidada: Danuta Wojciechowska
Local: Agrupamento de Escolas das Laranjeiras
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
A Determinar 

                                                                       

Descrição

Estudos do âmbito da neurociência têm permitido uma análise cada vez mais especializada do processo de ensino e aprendizagem, obrigando a escola atual a repensar velhos modelos. A plasticidade cerebral possibilita a interligação de processos morfológicos, fisiológicos e comportamentais, permitindo, por exemplo, reter e arquivar nova informação. Contudo, as funções cognitivas são potenciadas quando a criatividade é estimulada desde cedo.

Desta forma, cabe à escola a maximização de oportunidades de expressão criativa nos processos de ensino e aprendizagem, fortalecendo comportamentos que preparem o aluno a pensar de uma maneira autónoma, flexível e imaginativa.

Porém, apesar das conclusões científicas a que vários estudos chegam, apesar das novas indicações metodológicas incorporadas em alguns programas curriculares recentes, o ensino continua a ser padronizado, a aprendizagem resulta de um suporte teórico que requer, inúmeras vezes, apenas compreensão, reprodução e memorização mecânica, os exercícios assumem apenas uma resposta tipificada, desvalorizando-se o pensamento divergente e o papel que a criatividade pode ter para encontrar soluções.

Paralelamente, os conteúdos lecionados não se interligam numa lógica interdisciplinar, no sentido de fortalecer o raciocínio abrangente, valorizando-se, do mesmo modo, o trabalho individual do aluno, contraposto a uma dinâmica cooperativa de aprendizagem e de autoquestionamento e descoberta.

Por outro lado, na sociedade atual os conhecimentos renovam-se rapidamente em consequência do progresso científico e tecnológico, obrigando o indivíduo a desenvolver capacidades de adaptação a novas circunstâncias e situações. Nesse sentido, desenvolver o potencial criativo pode significar a sobrevivência no próprio mundo laboral, para o qual a escola deve preparar o indivíduo.

Hargreaves defende que a missão de ensinar, na sociedade de conhecimento, implica cultivar diversas capacidades nos jovens, como a aprendizagem cognitiva profunda, a criatividade, ou o trabalho em rede e em equipa, entre outras.  

Howard Gardner, por seu lado, defende que as crianças desenvolvem, até aproximadamente aos 7 anos, um manancial criativo a partir do qual desenvolverão o seu potencial futuro, estimulando-o e aumentando-o à medida que crescem.  Contudo, à medida que a criança cresce, começa a preocupar-se com o que os outros pensam das suas ideias, iniciando um processo de auto-inibição da sua criatividade. Já sem referir que a própria escola impõe limites bem delineados. O desafio do educador, portanto, também passa por assegurar que os jovens desenvolvem capacidade de resiliência, ao mesmo tempo que adquirem vontade de partilhar as suas ideias, de as discutir, aceitando sugestões, críticas, contributos, maximizando oportunidades de expressão criativa nos processos de ensino e aprendizagem, e fortalecendo comportamentos que preparam o aluno a pensar de uma maneira autónoma, flexível e imaginativa.

Afinal, a capacidade de trabalhar imperativamente através de parcerias criativas é uma competência essencial do nosso século.

Desta forma, criar uma ação de formação que integre a escrita criativa e a ilustração interligadas, possibilitará ao formando apreender de modo privilegiado a mais valia que uma educação plural, inclusiva, estruturada e sustentada na estética, na arte e no pensamento possibilita no mundo atual.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras e Instituto Pupilos do Exército;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 34: 2017/2018: Teaching English to young learners

Publicado a 11/09/2017, 08:29 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 08:37 ]

Curso de Formação: 12HP, 0,5 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-84729/15
Formadora:  Alzira de Sá
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Grupos de Recrutamento: 120, 220 e 330
Calendário: 
15 de março de 2018 a 26 de julho de 2018 

                                                                       

Descrição


A introdução da obrigatoriedade da disciplina de inglês no 1.º ciclo, concretamente nos 3.º e 4.º anos, conduziu à criação de um quadro normativo que fixou os 
conteúdos da disciplina - Metas Curriculares de Inglês (19 de dezembro de 2014) http://www.dge.mec.pt/ingles -   e à criação de um novo código de recrutamento: 120.

Face a esta nova definição do quadro normativo e perante a diversidade não só dos alunos existentes nas escolas, como também dos percursos dos docentes a nível 
de formação académica e de aquisição de habilitação profissional para a docência no grupo 120, surge a necessidade de realizar formação que garanta a aquisição 
de um quadro comum de referências teóricas e de estratégias de aprendizagem da língua inglesa para young learners, visando uma boa integração e o sucesso escolar 
e, igualmente, tendo em conta as novas realidades da avaliação externa.



Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            

                                                                                                                                             A DETERMINAR

Ação 30: 2017/2018: Cultura de sala de aula — contributos para a aprendizagem da matemática

Publicado a 11/09/2017, 08:18 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 08:28 ]

Oficina de Formação: 26HP+26TA, 2,1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91520/17
Formadora: Graciosa Veloso
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Grupos de Recrutamento 110 e 230
Calendário: 
09 de janeiro de 2018 a 30 de maio de 2018 

                                                                       

Descrição

Há vários anos que a investigação em educação matemática destaca a importância da cultura de sala de aula para a aprendizagem dos alunos. As normas sócio
matemáticas e as caraterísticas de um ensino exploratório são dois aspetos importantes a desenvolver e que têm recolhido contributos significativos da investigação
realizada em vários contextos educativos. 

Um outro aspeto importante a destacar é a problemática do questionamento na aula de matemática. Esta problemática tem sido objeto de várias investigações recentes
com novos contributos para o papel do professor na aprendizagem quando se atende às diversos dinâmicas de mediação entre o professor e os alunos e se valoriza o
papel ativo dos alunos na aprendizagem. Destacam-se os trabalhos de Mason (2000, 2010) em que este investigador defende que se tomarmos atenção aos tipos de
perguntas que fazemos poderemos influenciar o desenvolvimento da consciência e do poder do raciocínio matemático dos alunos. Para este investigador é importante
que o professor consciencialize e reflita sobre as perguntas que faz nas várias situações didáticas que vive com os alunos, procurando compreender em que medida as
questões que habitualmente coloca promovem dependências dos alunos, configurando muitas vezes situações que contariam o desenvolvimento das capacidades de
raciocinar matematicamente. Ao pensar sobre esta problemática o professor pode melhorar muito a sua maneira de fazer perguntas aos alunos.

Esta ação tem como ponto de partida esta temática do questionamento e o interesse que o assunto recolheu junto de um grupo de professores do 1.º ciclo de um
agrupamento num seminário de formação. Pretende-se, assim, aprofundar o assunto do ponto de vista teórico e recolher ideias decorrentes de experiências a realizar
pelos professores que vierem a realizar a ação. Neste sentido, como responsáveis pela formação de professores de Matemática na ESE de Lisboa, continuaremos a
construir, de forma colaborativa com os profissionais, respostas para as exigências da inovação curricular que decorrem dos novos programas e orientações curriculares,
das possibilidades que as tecnologias de informação oferecem, da heterogeneidade dos públicos escolares e do desenvolvimento da investigação.

A ação poderá ser oferecida a um grupo de professores do mesmo agrupamento, sendo uma temática com efeito catalisador para todos os professores visto que não está vinculada a temas programáticos de nenhum ano de escolaridade. A dimensão prática da ação, com uma forte ligação à realização de experiências e à colaboração entre docentes na mesma aula, configuram para a ação a modalidade de oficina.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:


                                 A DETERMINAR

Ação 28: 2017/2018: Métodos e Técnicas de Estudo: Importância do Pensamento Estratégico.

Publicado a 11/09/2017, 08:07 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 08:17 ]

Curso de Formação: 12HP, 0,5 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92160/17
Formadora:  Elvira Figueiredo
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento:Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Especial
Calendário: 
15 de janeiro de 2018 a 12 de março de 2018 

                                                                       

Descrição


Uma das razões que fundamentam esta ação prende-se com a preocupação atual de encontrar meios pedagógicos que assegurem a todos os alunos as
condições necessárias para o seu sucesso escolar. Como proporcionar aos alunos estratégias intelectuais, suscitando neles o desejo e vontade de aprender 
e de estudar, alcançando o sucesso pessoal e escolar. 

A necessidade de formação nesta área temática configura-se numa dupla exigência que o professor deverá realizar no seu quotidiano escolar. Por um lado, 
organizar as atividades de aprendizagem no contexto de sala de aula e para isso é levado a analisar as operações mentais requeridas para aceder ao domínio
 de competências cognitivas. Esta atividade de organização das atividades letivas em grupo-turma deverá articular com uma outra, a de analisar as condições 
de aprendizagem em relação às dificuldades e necessidades específicas de cada aluno.

A função do professor é ao mesmo tempo uma ação de análise geral e individualizada, sendo esta exercida junto do aluno, de modo a que este ultrapasse 
obstáculos e dificuldades à sua aprendizagem.

A partir desta dicotomia, geral vs individual apresentamos para este Curso de Formação dois eixos teóricos: a questão dos Métodos e Técnicas de estudo e 
os princípios que favorecem a Aprendizagem Estratégica, reforçando os métodos de ensino que favorecem a autorregulação da aprendizagem. 

Este Curso de Formação pretende refletir e aprofundar a diferente natureza destes constructos teóricos, levando os professores a questionarem-se acerca de 
algumas dinâmicas e práticas pedagógicas, como por exemplo, se ensinamos técnicas ou estratégias? A partir das estratégias de aprendizagem, como poderemos 
desenvolver nos alunos competências de autorregulação (conhecimento estratégico) e de metacognição? Que métodos de ensino devem os professores desenvolver, 
de modo a promover nos alunos a capacidade de autorregular a sua aprendizagem.

Se afirmamos que a aprendizagem deve continuar ao longo da vida, então é necessário ajudar os alunos a desenvolver estratégias efetivas que lhes permitam saber fazê-lo. É necessário que os professores contribuam para que os alunos aprendam a regular as suas aprendizagens com maior sucesso e eficácia, capazes de aprender de uma forma motivada, crítica, dentro e fora da escola.



Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            

                                                                                                                                             A DETERMINAR

Ação 27: 2017/2018: Relação pedagógica e indisciplina: gestão e estratégias de sala de aula.

Publicado a 11/09/2017, 08:01 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 08:07 ]

Curso de Formação: 15HP, 0,6 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92626/17
Formadora:  Elvira Figueiredo
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento:Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Especial
Calendário: 
09 de janeiro de 2018 a 18 de maio de 2018 

                                                                       

Descrição


A extensão da escolaridade obrigatória, a heterogeneidade da população discente e os problemas de origem social, em muito têm condicionado a vida nas 
escolas, sobretudo no ambiente que se vive nas salas de aula, exigindo uma reavaliação do desempenho profissional do professor.

A indisciplina vivida na sala de aula associa-se inevitavelmente aos problemas de aprendizagem da maioria dos nossos alunos. Na verdade, aprendizagem 
e comportamento são dois fatores que se entrelaçam que nos conduzem à necessidade de desenvolvermos um conjunto de competências de organização e 
gestão de sala de aula, inibindo deste modo o clima de indisciplina muitas vezes sentido.

A proposta de formação nesta temática surge da necessidade de refletirmos acerca da qualidade da relação pedagógica que desenvolvemos na nossa prática
letiva, analisando igualmente, procedimento corretos e estratégias de sala de aula a dinamizar, minimizando os focos de indisciplina. 

Esta proposta de formação surge ainda, por solicitação dos Senhores Diretores de escola, na sequência da formação recebida a partir dos seus centros de formação, 
sobre Sucesso Educativo e Planeamento Estratégico. Esta temática surge com grande solicitação e presença nos diferentes planos estratégicos e respetivas medidas 
de cada Agrupamento de Escolas.

Deste modo apresentamos uma proposta de formação que se estrutura em dois eixos temáticos, com o grande objetivo de aprofundar esta questão da relação 
pedagógica vs indisciplina. Um primeiro eixo, centrado na análise do funcionamento da relação pedagógica e nos processos de interação entre professor- aluno e 
professor- turma. Ainda um segundo eixo temático, remetendo-nos para a análise e desenvolvimento de boas práticas capazes de promover uma gestão de natureza 
preventiva e remediativa da indisciplina.



Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            

                                                                                                                                             A DETERMINAR

Ação 26: 2017/2018: Criação de uma Cultura de Colaboração na Sala de Aula: apoiar a mudança a partir da Diferenciação Pedagógica – Coadjuvação e Tutoria.

Publicado a 11/09/2017, 07:43 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 07:59 ]

Curso de Formação: 15HP, 0.6 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92376/17
Formadora: Elvira Figueiredo
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
08 de janeiro de 2018 a 05 de março de 2018 

                                                                       

Descrição

A heterogeneidade que se vive nas escolas e sobretudo na sala de aula é sentida e vivida como um problema e um obstáculo a ultrapassar pelos professores.

Os apelos à mudança requerem deste modo, uma atenção cuidada e refletida acerca do que simboliza esta diversidade e a necessidade de dinâmicas formativas 

adequadas a tal exigência.

Tendo a sala de aula como foco principal, apresenta-se nos conteúdos formativos desta ação dois referenciais teóricos, que sustentam esta temática: A Colaboração como estratégia de desenvolvimento profissional e a Diferenciação Pedagógica, configurada em duas modalidades de apoio educativo; a Coadjuvação e a Tutoria.

Quando falamos em Colaboração, centramo-nos numa conceção onde a concebemos, como um meio eficaz para o desenvolvimento do professor, tendo um forte impacto na qualidade das oportunidades de aprendizagem dos alunos e, assim, indireta ou diretamente, na sua motivação e desenvolvimento. (Day, 2001).

E se a escola se apresenta como um espaço de partilha e de experiências entre os professores, a sala de aula poderá igualmente representar um espaço privilegiado, onde os professores poderão aprender uns com os outros, partilhando e desenvolvendo em conjunto as suas competências de natureza pedagógica. (Hargreaves, 1998).

O desenvolvimento da colaboração é uma das vias de desenvolvimento das escolas e a relação mútua que se estabelece entre o desenvolvimento da escola e os professores, coloca-os a todos como intervenientes na posição de aprendentes durante este processo. (Marcelo Garcia, 1999).

Nesta dinâmica colaborativa, o professor é visto essencialmente como um agente de mudança, com capacidade de produzir mudanças em si, nos alunos, e nas organizações escolares. (Zeichner, 1991).

O segundo eixo temático desta proposta formativa, define-se e é estruturado em torno da problemática da Diferenciação Pedagógica, optando-se pelo desenvolvimento de duas modalidades de apoio que muito privilegiam esta diferenciação; a Coadjuvação e a Tutoria.

A Coadjuvação é entendida neste percurso formativo, como uma prática pedagógica onde os professores deverão trabalhar de uma forma colaborativa. Coadjuvar, pressupõe precisamente uma relação profissional baseada na ajuda e na assessoria, concorrendo para um fim comum. Com a Tutoria, pretende-se analisar as suas diferentes modalidades e desenvolver aquelas, que maior eficácia tem apresentado, nas dinâmicas pedagógicas específicas da sala de aula, como por exemplo, a tutoria Interpares.

Propõe-se uma intervenção formativa que ajude os professores a refletir sobra as suas práticas pedagógicas em sala de aula, interiorizando a colaboração como uma estratégia de desenvolvimento profissional.

Seleção de formandos:                

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            



                                                                                                                                     A Determinar

Ação 25: 2017/2018: OFFICE 365 – comunicar, partilhar, colaborar: Produtividade no trabalho administrativo e introdução de tecnologia na sala de aula

Publicado a 11/09/2017, 07:34 por Bruno Henriques   [ atualizado a 08/11/2017, 07:35 por Inacia Oliveira ]

Curso de Formação: 30HP, 1,2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91108/17
Formadora:  Carla Oliveira
Local: Agrupamento de Escolas de Benfica
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
09 de janeiro de 2018 a 06 de março de 2018 

                                                                       

Descrição


Na sequência, em março de 2016, da adesão gratuita do Agrupamento de Escolas Manuel da Maia à plataforma OFFICE 365 e da atribuição de correios 
eletrónicos institucionais a todos os seus colaboradores, com acesso à suite de ferramentas de produtividade da Microsoft, revela-se fundamental que os 
docentes aprofundem os conhecimentos sobre os vários serviços do Office 365-Educação, como por exemplo, o e-mail, o calendário, o OneDrive, o SharePoint, 
o Skype for Business, grupos colaborativos e OneNote Escolar. 

Estas ferramentas permitem facilitar o trabalho de partilha e elaboração de propostas que todos os membros de grupos de trabalho podem editar. É possível prever 
grandes vantagens a nível de funcionamento dos grupos disciplinares, diretores de turma, direção de escola e mesmo na preparação e utilização em sala de aula.



Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                            Sessões Presenciais:

                            janeiro: 09(terça feira) 17h00 - 20h00; 16(terça feira) 17h00 - 20h00; 23(terça feira) 17h00 - 20h00; 30(terça feira) 17h00 - 20h00;

                        fevereiro: 06(terça feira) 17h00 - 20h00; 20(terça feira) 17h00 - 20h00; 

                            março: 06(terça feira) 17h00 - 20h00;                                                                                                            

                           Sessões online Síncronas:

                            janeiro: 26(sexta feira) 17h00 - 19h00;

                        fevereiro: 15(quinta feira) 17h00 - 20h00; 27(terça feira) 17h00 - 20h00.



Ação 24: 2017/2018: Articulação e supervisão pedagógica

Publicado a 11/09/2017, 07:27 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 07:32 ]

Oficina de Formação: 25HP+25TA, 2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-80034/14
Formadora: Rosa Santos
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
10 de janeiro de 2018 a 18 de maio de 2018 

                                                                       

Descrição

A presente ação insere-se numa prioridade de capacitação e de intervenção prioritária no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova e decorre
da análise de necessidades de formação efetuada, com base na análise de conteúdo dos relatórios de intervenção prioritária e nos planos de melhoria propostos no
sentido do desenvolvimento profissional docente com impacto na melhoria da aprendizagem dos alunos.

 Partindo do princípio que a organização não se pode alhear dos processos e dos contextos, chamamos aqui as caraterísticas das escolas eficazes (McGilchrist,1997)
e das comunidades aprendentes (Hord,1997) que valorizam a visão e metas partilhadas, a liderança profissional e a organização que aprende como pilares da qualidade
dos professores, inscritas no documento Common European Principles for Teacher Competences and Qualifications (2010) considerando três áreas de competência a
trabalhar: 1) com os outros (com os alunos e com os colegas; 2) com o conhecimento, a tecnologia e a informação (para aceder, analisar, validar, refletir e transmitir o
saber construindo e gerindo ambientes de aprendizagem); 3) com e na comunidade (desenvolvendo parcerias).

Neste contexto, pretende-se que a supervisão pedagógica contribua para a melhoria dos processos e a aprendizagem dos alunos, através de um plano de formação-ação
articulado que se oriente para a análise de práticas, para a compreensão e atuação integrada (Sá-Chaves e Alarcão, 2000) numa interação dialógica e construtiva entre
observador e observado ganhando uma dimensão colaborativa autorreflexiva e auto-formativa (Alarcão e Roldão, 2008) facilitadora do desenvolvimento profissional mútuo
(Vieira, 1993; Alarcão e Tavares, 2003).

O desenvolvimento da ação, na modalidade de oficina de formação, permitirá a investigação ação com base na observação de aulas, monitorização dos processos,
análise e reflexão sobre a prática, reorientação em caso de necessidade de melhoria e sistematização e divulgação de boas práticas.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:


                                 A DETERMINAR

Ação 20: 2017/2018: Tutoria em Meio Escolar: Promoção do Sucesso Escolar

Publicado a 11/09/2017, 03:18 por Bruno Henriques   [ atualizado a 11/09/2017, 03:25 ]

Oficina de Formação: 15HP+15TA, 1,2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91106/17
Formador: Rui Pires
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário 
Calendário: 
10 de janeiro de 2018 a 30 de maio de 2018 

                                                                       

Descrição

A tutoria pretende contribuir para o sucesso educativo e para a diminuição do abandono escolar, resolvendo dificuldades de aprendizagem dos alunos e
facilitando a sua integração na escola e no grupo-turma.  Destina-se preferencialmente a jovens em risco de desorganização escolar e que muitas vezes
não têm o acompanhamento familiar necessário. 
A grande maioria de docentes constatam alunos cada vez mais alunos imaturos para a idade e/ou ano
de escolaridade, desinteressados, pouco responsáveis, desconcentrados, desinteressados pela aprendizagem e indiferentes às diversas retenções.

Não estudam, não se organizam, não se esforçam, não são proactivos nem perspetivam o seu futuro. Na sua grande maioria das vezes, este quadro está
associado ao ambiente familiar desse aluno, não o apoia devidamente, porque não sabe fazê-lo, porque não lhe foi facultado essa experiência quando foi
estudante, ou em último caso, porque desvaloriza a escola.

A tutoria intervém para alterar contextos familiares desfavoráveis, comportamentos conflituosos ou para dotar os alunos de competências de modo a enfrentarem
com êxito situações de dificuldade. Partindo destes pressupostos um tutor é alguém que ajuda outra pessoa a superar as dificuldades (Baudrit, 2009). Neste
seguimento a tutoria deve estar alicerçada na experiência docente e nas qualidades humanas do docente. A tutoria poderá ser organizada individualmente ou
em pequenos grupos de acordo com as necessidades dos alunos. 
Algumas escolas estabelecem projetos de tutoria eficazes que tentam suprir as lacunas que hoje os alunos apresentam no ambiente escolar. Para isso é essencial
que a escola diferencie as suas formas de intervenção, introduzindo medidas que promovam o sucesso educativo de todos os alunos. De entre essas medidas,
cabe destacar a criação de programas de tutoria, que proporcionem uma escola de qualidade e que garantam o sucesso para todos.
Com a crescente autonomia atribuída às escolas, cumpre a cada instituição delinear perspetivas de rumo que passem pela assunção de que “todos os portugueses
têm o direito à educação e à cultura” e de que “é da especial responsabilidade do Estado promover a democratização do ensino, garantindo o direito a uma justa
e efetiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares” (Lei de Bases do Sistema Educativo, Capítulo I, artigo 2.º, pontos 1 e 2). 

Desde o Decreto-Lei n.º115-A/98, de 4 de Maio de 1998, artigo 36, ponto 4, que foi estabelecido que “no âmbito do desenvolvimento contratual da sua
autonomia, a escola pode, ainda, designar professores tutores que acompanharão, de modo especial, o processo educativo de um grupo de alunos”.
De acordo com o Decreto Regulamentar n.º 10/99, de 21 de Julho, na definição do cargo de tutor estabelecia-se que deverá ser um docente que “mantenha
um contacto lectivo directo e regular” com este tipo grupo específico de alunos (ponto 4), cabe-lhe a ele a responsabilidade pelo acompanhamento do processo
educativo de jovens integrados em programas de recuperação de escolaridade, ou em riso de insucesso repetido ou de abandono escolar precoce, entre outros
(pontos 1 e 3), que revelem falta de acompanhamento próximo por parte das famílias. Mais tarde o Despacho Normativo n.º50/2005 reforçou a validade das tutorias
como meio de “diagnosticar insuficiências e dificuldades ao nível das aprendizagens e (re)orientar o processo educativo”; no ponto 2) Plano de Recuperação estão
previstos “programas de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno”. Por fim o Decreto-Lei n.º75-2008, de 22 de Abril reitera
no capítulo IV, ponto 4: “No desenvolvimento da sua autonomia, o agrupamento de escolas ou escola não agrupada pode ainda designar professores tutores para acompanhamento em particular do processo educativo de um grupo de alunos”.

Existem já diversas escolas que oferecem desde alguns anos programas de tutoria a alguns dos seus alunos, sendo os resultados quase sempre positivos.
Através do trabalho tutorial o aluno começa a organizar-se, a cumprir o seu horário, a reservar no seu dia horas para o estudo, estabelecer metas semanais, a
participar na sala de aula, obter aproveitamento, a perspetivar o seu futuro profissional. Por estes motivos consideramos que é hoje determinante dotar todos
os docentes de competências que lhes permitam contribuir para o sucesso dos alunos que beneficiem desta prática.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:


                                 A DETERMINAR

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