* 2017/2018: Plano de Formação - 2ª Fase


Ação 39: 2017/2018: Uso de dispositivos móveis na promoção das aprendizagens

Publicado a 23/02/2018, 08:38 por Bruno Henriques   [ atualizado a 17/04/2018, 08:49 por Geral - Centro de Formação MbM ]


Oficina de Formação: 15 HP + 15H TA/ 1,2 UC
Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-87772/16
Formadora:  Carla Oliveira
Local: A determinar
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Calendário: 25 de setembro a 30 de outubro de 2018


Descrição


A utilização de dispositivos móveis, como o tablet e o telemóvel, tem aumentado significativamente nos últimos anos, em parte, devido à sua versatilidade e 
multifuncionalidade, e tem ganho especial popularidade entre crianças e adolescentes, independentemente da sua origem socioeconómica.
Apesar da rápida difusão do uso destes dispositivos e do potencial que algumas das aplicações nativas ou disponíveis nas lojas de aplicações têm para o ensino/aprendizagem da maioria das disciplinas, estes dispositivos ainda não foram assimilados pela generalidade do corpo docente como ferramentas de 
caráter pedagógico válido, abrindo-se assim um fosso entre a realidade do aluno fora e dentro da sala de aula.
Com a proliferação de pontos de acesso gratuito a internet no nosso país, a grande maioria dos alunos tem acesso a plataformas e aplicações que, se orientados 
nesse sentido, poderiam funcionar como espaços de partilha, de reflexão e de disponibilização de materiais que, neste contexto, poderiam ser explorados de forma 
autónoma pelos alunos, respeitando diferentes ritmos de aprendizagem.

Para além disso, os alunos cujas atividades de aprendizagem se desenvolvem em contextos de integração das TIC, melhoram as suas competências para trabalhar 
uns com os outros e para comunicarem as suas ideias a audiências reais, aumentando a confiança em si próprios (Barron e Darling-Hammond, 2008).
Segundo um estudo da UNESCO (2010), as tecnologias digitais facilitam a colaboração e a criatividade nas atividades, uma vez que em contextos em que a tecnologia é integrada na sala de aula, os alunos controlam os seus próprios dispositivos digitais e, consequentemente, as suas aprendizagens, contrariamente aos contextos tradicionais em que o professor controla e o aluno constata. Combinando as ferramentas digitais com estratégias cuidadosamente planificadas, os alunos podem mais facilmente estabelecer ligações entre os conteúdos, resolver problemas em conjunto, ensaiar e modificar o seu trabalho para procurar outros pontos de vista, potenciando o desenvolvimento nos estudantes de estratégias organizacionais e de rigor científico (Martinho e Pombo, 2009). 

O Mobile Learning, por sua vez, é muitas vezes definido como um método flexível, democrático no acesso, aberto, social e interativo, com ênfase na atividade, individualização no ensino e desafio da motivação. (Valentim, 2009)
Apesar disso, vários estudos indicam que as Tecnologias da Informação e da Comunicação são pouco utilizadas pela maioria dos professores nas suas práticas letivas (Gonçalo, 2010), apesar do facto dos estudantes de hoje conviverem desde o seu nascimento com a informação digital e a internet, sendo inclusivamente designados de “nativos digitais” (Prensky, 2001), ou seja, as potencialidades dos alunos não estão a ser usadas para as suas aprendizagens.
É neste contexto que se revela fundamental formar os docentes para tirar o máximo partido, não só das novas soluções digitais (equipamentos e aplicações) que tem à sua disposição, mas também das potencialidades dos seus alunos.

Sucintamente, esta formação tem como objetivo preparar os formandos para, progressivamente, usarem os dispositivos móveis como ferramenta de promoção das aprendizagens, capacitando-os para responderem aos desafios que se colocam com a introdução das tecnologias na sala de aula e para desempenharem um/o papel fundamental na gestão das potencialidades dos seus alunos.


Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização


               setembro: 25( terça feira) 17h30 - 20h30;

                 outubro: 02(terça feira) 17h30 - 20h30; 09(terça feira) 17h30 - 20h30; 16(terça feira) 17h30 - 20h30; 30(terça feira) 17h30 - 20h30.


Ação 38: 2017/18 - Supervisão Colaborativa e Reflexão sobre as Práticas (INICIADA)

Publicado a 21/02/2018, 05:02 por Bruno Henriques   [ atualizado a 09/03/2018, 09:38 por Inacia Oliveira ]


Oficina de Formação: 15HP+ 15TA, 1.2 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92651/17
Formador: Fernando Manuel Alexandre
Local: Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensino Básico e Secundário
Calendário: 
01 de março a 17 de maio de 2018

                                       

Descrição

A proposta da ação de formação pode justificar-se pela combinação de fatores exógenos e endógenos. A nível externo, o lançamento em 2016 do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar tornou explícitos quais os eixos da politica educativa que o Ministério da Educação se propõe levar a cabo (Resolução do Conselho de Ministros n.º 23/2016, de 11 de abril). Dado o seu caráter transversal, o programa permite entender o sentido global das medidas já tomadas, ou em discussão pública, em vários domínios considerados prioritários, de entre os quais se podem destacar: a) a redução dos níveis de retenção e o reforço dos mecanismos de apoio e acompanhamento dos alunos; b) a revisão do modelo de avaliação do ensino básico, com reforço da componente de avaliação formativa e de reflexão sobre os desempenhos; c) a alteração da matriz curricular, associada à gestão flexível do currículo e à definição do perfil de saída do ensino básico (vd. a proposta do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, de fevereiro de 2017). 

Neste contexto, a Oficina de Formação que se apresenta pretende contribuir para a resolução de alguns dos constrangimentos apontados, propondo o incremento de um processo de supervisão pedagógica que enquadre e articule a reflexão interna sobre as práticas com as finalidades das politicas educativas lançadas pela administração central. Nesse sentido, a ação insere-se claramente no plano de atividades da entidade proponente. Nela se entende a supervisão como um domínio multidimensional, não restrito ao campo da observação de aulas e/ou à construção dos instrumentos que a operacionalizam. Assume-se um processo de supervisão colaborativa associado à noção de “escola reflexiva”, que não se limita a uma abordagem institucional da supervisão, ou seja, que não a encara como um dispositivo de mera gestão organizacional. Assim, o termo supervisão refere-se exatamente à supervisão da pedagogia, definida globalmente como teoria e prática de regulação de processos de ensino e de aprendizagem em contexto educativo formal. Embora focada na sala de aula, ela reporta-se também a situações de autosupervisão e supervisão acompanhada, num cenário de desenvolvimento profissional. 

As atividades supervisiva e pedagógica farão parte de um mesmo projeto: indagar e melhorar a qualidade da ação educativa. O caráter transversal deste projeto de supervisão dará corpo a uma estratégia de reflexão crítica sobre as práticas: a) que conduza a uma análise dos resultados escolares que ultrapasse a lógica meramente factual e descritiva; b) que promova a apreensão e a avaliação do sentido epistemológico e pedagógico das próprias práticas.


Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            

                            março:  01(quinta feira)17h30 - 19h30; 06(terça feira)17h30 - 19h30; 08(quinta feira)17h30 - 19h30;

                                abril: 10(terça feira)17h30 - 19h30; 17(terça feira)17h30 - 19h30; 19(terça feira)17h30 - 19h30;

                               maio: 17(quinta feira)17h30 - 20h30.

Ação 37: 2017/2018: Gestão de Conteúdos Pedagógicos com o Google Suite para Educação (GSuite) (INICIADA)

Publicado a 05/01/2018, 08:33 por Inacia Oliveira   [ atualizado a 11/04/2018, 04:31 por Luis Pitta ]


Ação 37: 2017/2018
Gestão de Conteúdos Pedagógicos com o Google Suite para Educação (GSuite)


Curso de Formação: 25 HP / 1 UC
Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-93468/17
Formador:  Luís Pitta
Local: Agrupamento de Escolas de Benfica 
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário - Sessão 1: 
 4ªF, 07 Março de 2018 (Calendário detalhado mais abaixo)

Descrição

A Escola Secundária José Gomes Ferreira, agora, sede do Agrupamento de Escolas de Benfica, é pioneira na utilização do Google Suite para Educação, sendo uma das primeiras Escolas do país a utilizar esta tecnologia junto da sua comunidade educativa agora expandida para mais de 2600 alunos, 280 Professores e 70 funcionários.

O ecossistema Google Suite é composto por um conjunto alargado de ferramentas web sendo o seu núcleo principal constituído pelas seguintes aplicações, todas acessíveis através de um único login/password:

1.SITEs (Construtor de sites com páginas de informação);
2.DRIVE (Disco virtual e editor Office com espaço ilimitado, sim leu bem: ILIMITADO!);
3.Documentos, Folhas de cálculo, Apresentações e Formulários;
4.Mail (Caixa de correio gmail);
5.Classroom (Gestor de disciplina; Registo e recolha de trabalhos; Avaliação integrada): uma espécie de mini Moodle, vá lá;
6.Grupos (Gestor de listas de distribuição): Muito útil para comunicar com a turma;
7.Calendário;
8.Fotos: Gestor de fotografias por álbuns.
9. Youtube: Criação, carregamento e partilha de vídeos didáticos
10. etc, etc, wtc,

Este ecossistema de aplicações encontra-se disponível para toda a comunidade educativa, onde cada professor, cada aluno e cada funcionário possui um login/password único que lhes dá acesso imediato a todos esses serviços e aplicações.

Os domínios escolares atualmente em funcionamento estão devidamente configurados para que TODA a comunidade escolar possa aceder a todos esses serviços a partir dos seguintes endereços de Internet:
  • Professores e Funcionários: www.aebenfica.pt (cerca de 350 contas criadas);
  • Alunos (do 5º ao 12º Ano): www.aebenfica.org (cerca de 1200 contas criadas).
Este ecossistema de aplicações web tem características muito interessantes na produção e gestão de conteúdos pedagógicos por parte dos elementos 
constituintes da Comunidade Escolar, sejam eles Professores, alunos ou funcionários.

Esta ação de formação destinada a Professores de todos os níveis de ensino, irá colocar este poderoso conjunto de ferramentas nas suas mãos, que permitirão a rápida construção, atualização e partilha de diversos tipos de materiais pedagógicos incluindo texto, imagem estática, som e vídeo.


Seleção de formandos

  • Nº máximo de participantes: 20
  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de escolas de Benfica.
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.


Modelo de financiamento: PNPSE (Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar)

Valor de inscrição: 
0.0 Euros (gratuito)



Inscrição

  • Para se inscrever deve preencher o seguinte formulário online:
No formulário escolha "Ação 37" no final da lista.



Detalhes da calendarização (março e abril de 2018)



Sessões Presenciais (19 horas) + Sessões online (6 horas):

Sessão 1: 4ªF,   7 março das 17h00 às 19h00 (3h)

Sessão 2: 2ªF, 12 março das 17h00 às 20h00 (3h)
Sessão 3: 4ªF, 14 março das 17h00 às 20h00 (3h)

Sessão 4: 2ªF,   9 abril das 17h00 às 19h00 (2h)
Sessão online 1: 3ªF, 10 abril das 20h30 ás 22h30 (2h)
Sessão 5: 4ªF, 11 abril das 17h00 às 20H00 (3h)

Sessão 6: 2ªF, 16 abril das 17h00 às 19h00 (2h)
Sessão online 2: 4ªF, 18 abril das 20h30 ás 22h30 (2h)

Sessão online 3: 2ªF, 23 abril das 20h30 ás 22h30 (2h)
Sessão 7: 5ªF, 26 abril das 17h00 às 20h00 (3h)

Total de horas (Presenciais + Online): 25 Horas




Área de Trabalho (Reservado a formandos)

sites.google.com/aebenfica.org/gsuite2018 



Ação 36: 2017/2018: Metodologia e Práticas na Didática da Educação Musical no 1º Ciclo do E.B (INICIADA)

Publicado a 05/01/2018, 08:17 por Inacia Oliveira   [ atualizado a 09/03/2018, 09:37 ]

Curso de Formação: 25H, 1UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-93460/17
Formadora: Carla Sofia Gonçalves
Local: Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire
Grupos de recrutamento: Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico
Calendário: 01 de Março a 24 de Maio de 2018 

                                                                       

Descrição


Tendo como base a implementação do projeto de autonomia e flexibilidade curricular do ensino básico e o conjunto de competências inscritas no perfil
do aluno no final da escolaridade obrigatória impõem-se aos agrupamentos, escolas e professores um investimento no desenvolvimento das áreas previstas,
nomeadamente da Educação Musical como instrumento aglutinador transversal do conhecimento, contextos e necessidades dos alunos.
Colocam-se, desta forma três finalidades para esta ação:

•Partilhar e analisar materiais e metodologias que proporcionem uma  apropriação contextualizada do currículo da Educação Musical, adequando-o à consecução
das aprendizagens e ao desenvolvimento curricular integral dos alunos;

•Promover práticas pedagógicas alicerçadas na reflexão participada e critica dos critérios, metodologias e estratégias utilizadas;

•Utilizar diferentes métodos de abordagem do currículo de Educação Musical como componente estruturante da matriz curricular. 

É portanto, esperado, que às crianças, sejam apresentados diferentes tipos de experiências que criem condições de equilíbrio entre o conhecimento, a compreensão,
a criatividade e o sentido critico, de acordo com os princípios orientadores dos Projetos de Autonomia e Flexibilidade dos vários Agrupamentos. 
Ao conhecerem diferentes correntes pedagógicas e possibilidades de articulação dos conteúdos os docentes ficam munidos de metodologias que permitem, não só
adequar o programa às necessidades e perfil dos seus alunos, como também aglutinar conhecimentos que permitam a estes ver o contexto como um todo atribuindo-lhe
uma significância geradora de identidade e sentido crítico.

Apresentar-se-á uma diversidade de metodologias que equipem o docente com ferramentas pedagógicas para a escolha de caminho educativo próprio, habilitado a
refletir e avaliar os resultados de forma integradora, critica e fundamentada. 

A Expressão/ Educação Musical através das suas dimensões (audição, experimentação, performance e compreensão) apresenta-se como instrumento privilegiado que transforma o Currículo como objeto num Currículo como experiência vivida, emergindo no panorama da Flexibilidade Curricular como uma ferramenta essencial para a
sua consecução.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de escolas Braamcamp Freire.
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:


                                 março: 01(quinta feira)17h00 - 19h00; 08(quinta feira)17h00 - 19h00; 15(quinta feira)17h00 - 19h00; 22(quinta feira)17h00 - 19h00;

                                    abril: 12(quinta feira)17h00 - 19h00; 26(quinta feira)17h00 - 20h00

                                   maio: 03(quinta feira)17h00 - 20h00; 10(quinta feira)17h00 - 20h00; 17(quinta feira)17h00 - 20h00; 24(quinta feira)17h00 - 20h00.

Ação 22B: 2017/2018: Plataformas on-line para apoio à prática letiva (INICIADA)

Publicado a 15/12/2017, 08:05 por Geral - Centro de Formação MbM   [ atualizado a 09/03/2018, 02:59 por Inacia Oliveira ]



Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91900/17
Formadora:  Isabel Vaz
Local: Agrupamento de Escolas Vergilio Ferreira
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
22 de fevereiro a 20 de março de 2018

                                                                       

Descrição


Esta ação de formação tem por objetivo colocar os professores perante situações que possam contribuir para a atualização das suas práticas profissionais no 
âmbito da sociedade de informação.

O professor, como mediador e facilitador da comunicação num ensino centrado no aluno, deverá dominar tecnicamente e aplicar de forma pedagogicamente 
correta os recursos que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) colocam à sua disposição, uma nova forma de encarar e utilizar a Internet, 
nomeadamente a WWW, privilegiando a interação e a produção de conteúdos em detrimento do seu consumo passivo.

A plataforma open-source Moodle tem uma larga utilização em todos os ciclos de ensino, em contexto de e-learning, dual-mode, mixed-mode, mas também de
ensino presencial. O conjunto de ferramentas, actividades e recursos que disponibiliza aos seus utilizadores, permite a dinamização de espaços virtuais de 
aprendizagem, promovendo a interação e a partilha de conteúdos a qualquer momento e em qualquer lugar. Do ponto de vista dos docentes/ formadores, importa
conhecer as funcionalidades disponíveis e tirar o melhor proveito das mesmas para disponibilizar ou enriquecer um ambiente de ensino/ aprendizagem.



Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de escolas Vergílio Ferreira (Local de Realização);
  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

 

                           fevereiro: 22(quinta feira) 17h00 - 20h00; 27(terça feira) 17h00 - 20h00; 

                               março: 01(quinta feira) 17h00 - 20h00; 06(terça feira) 17h00 - 20h00; 08(quinta feira) 17h00 - 20h00; 13(terça feira) 17h00 - 20h00; 20(terça feira) 16h00 - 20h00.


Ação 35: 2017/18: EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIVERSIDADE E DIFERENCIAÇÃO (INICIADA)

Publicado a 05/12/2017, 08:17 por Inacia Oliveira   [ atualizado a 09/03/2018, 09:36 ]


Oficina de Formação: 30HP + 30TA, 2,4 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-93409/17
Formadora: Elsa Estrela
Local: Agrupamento de Escolas de Braamcamp Freire
Grupos de recrutamento: 2º ciclo, 3º ciclo e Ensino Secundário
Calendário: 
10 janeiro a 23 de maio de 2018

                                                                       

Descrição

Na escola atual a diversidade dos alunos é por demais evidente, basta atentar nas imensas diferenças de capacidades, de estilos de aprendizagem, de interesses, de vivências, de condições de vida, de cultura, entre outras, que é possível constatar. Assim, pretender que as respostas dadas pela escola e pelos professores sejam as
mesmas para todos os alunos é, claramente, contraproducente.
Desta forma, para uma escola ser capaz de preconizar percursos educativos com sucesso para todos os alunos é necessária uma ação educativa diferenciadora dos diferentes contextos de intervenção e dos seus aspetos operativos, valorizando o trabalho colaborativo de contínua reavaliação de processos, pelos diferentes agentes educativos.

É, portanto, evidente que a Inclusão tem uma importância inegável, pois procura elevar ao máximo o nível de participação coletiva e individual, minimizando,
simultaneamente, todo e qualquer tipo de exclusão, significando, em última análise, no âmbito escolar, o direito ao exercício da cidadania. Neste sentido, um
sistema educativo só pode ser considerado inclusivo quando admite e respeita as diferenças dos alunos, considerando que todos, sem exceção, podem aprender
com sucesso, fazendo da escola um tipo de comunidade educativa cujas práticas respondem à diversidade dos seus alunos, atendendo às necessidades
emocionais, académicas e sociais que os mesmos manifestam. 

Se acrescentarmos ao referido atrás, o alargamento da escolaridade obrigatória para os doze anos, apresentado em dois mil e nove pela Lei nº 85 de 27 de agosto,
os acréscimos de responsabilidade para as escolas, para os alunos e respetiva família e para todos os professores são, efetivamente, maiores. 
Neste sentido, a presente ação revela-se extremamente útil e necessária como espaço de reflexão conjunta, de partilha de experiências, de pontos de vista e na
colaboração ativa na tentativa de resposta ao problema: Como é possível responder com qualidade às diferentes necessidades dos alunos? Que estratégia(s) é(são) possível(eis) implementar em sala de aula para maximizar o potencial individual dos alunos? Como é possível preparar um professor para trabalhar em contextos
inclusivos? 

Com efeito, promovendo uma exploração conjunta em torno dos conceitos nucleares de Educação Inclusiva, Diversidade e Diferenciação, espera-se poder, em
última análise, contribuir para a promoção de práticas diferenciadoras, em contexto de sala de aula, que beneficiem todos os alunos sem exceção. 

Deste modo, aquilo que se afigura para já imprescindível fazer é realizar com os professores uma formação eminentemente prática, com vista à definição de
estratégias de resolução de problemas em sala de aula, tendo por base a compreensão de que barreiras podem existir à participação e aprendizagem dos alunos.

Esta ação procurará, justamente, desenvolver práticas colaborativas que se esperam enriquecedoras, pessoal e profissionalmente.



Seleção de formandos:                  ;

  • 1.ª prioridade: Docentes do agrupamento de escolas Bramcamp Freire.

Detalhes da calendarização


                           janeiro:    10(quarta feira); 24(quarta feira);

                           fevereiro: 07(quarta feira); 28(quarta feira); 

                           março:     07(quarta feira); 21(quarta feira); 

                           abril:         11(quarta feira); 

                           maio:        09(quarta feira) e 23(quarta feira). 


Ação 29: 2017/18 - Aprofundamento da Folha de cálculo na prática letiva

Publicado a 08/11/2017, 06:31 por Inacia Oliveira   [ atualizado a por Geral - Centro de Formação MbM ]


Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-100594/18
Formadora: Maria Isabel Diogo Vaz
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Calendário: A Determinar 

                                                                       

Descrição

A avaliação é cada vez mais complexa e exigente, tornando-se necessário a utilização de ferramentas expeditas que facilitem a sua execução pelo que, a utilização das funcionalidades avançadas da folha de cálculo permitem acelerar muitas das tarefas repetitivas, optimizando o desempenho dos docentes.

Esta ação visa permitir aos docentes trabalhar com modelos, proteção de dados e funções que facilitem o relacionamento da informação, bem como a utilização de ferramentas que simplifiquem o trabalho com tabelas com muita informação facilitando, assim, o dia-a-dia do professor.

Pela solicitação das direções das escolas associadas no CFAEMBM.



Seleção de formandos:                     ;

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                   


                                                                                                                                                          A Determinar

Ação 31: 2017/18- Escrita Criativa e Ilustração - A pluralidade dos sentidos (CONCLUÍDA)

Publicado a 20/09/2017, 07:29 por Inacia Oliveira   [ atualizado a 09/03/2018, 09:35 ]


Curso de Formação: 25HP, 1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-92162/17
Formadora: Dulce Gonçalves
Ilustradora Convidada: Danuta Wojciechowska, LUPA DESIGN
Local: Agrupamento de Escolas das Laranjeiras (EB 2,3 Delfim Santos) e na Oficina de Apoio à Ilustrção, na Rua Teixeira de Pascoais, 9, 1 Esq, 1700-363 Lisboa

perto do metro ROMA/ tel 218479125 e 914681207

Grupos de recrutamento: Educadores de Infância, Ensino Básico e Ensino Secundário
Calendário: 
27 de janeiro a 03 de março de 2018

                                                                       

Descrição

Estudos do âmbito da neurociência têm permitido uma análise cada vez mais especializada do processo de ensino e aprendizagem, obrigando a escola atual a repensar velhos modelos. A plasticidade cerebral possibilita a interligação de processos morfológicos, fisiológicos e comportamentais, permitindo, por exemplo, reter e arquivar nova informação. Contudo, as funções cognitivas são potenciadas quando a criatividade é estimulada desde cedo.

Desta forma, cabe à escola a maximização de oportunidades de expressão criativa nos processos de ensino e aprendizagem, fortalecendo comportamentos que preparem o aluno a pensar de uma maneira autónoma, flexível e imaginativa.

Porém, apesar das conclusões científicas a que vários estudos chegam, apesar das novas indicações metodológicas incorporadas em alguns programas curriculares recentes, o ensino continua a ser padronizado, a aprendizagem resulta de um suporte teórico que requer, inúmeras vezes, apenas compreensão, reprodução e memorização mecânica, os exercícios assumem apenas uma resposta tipificada, desvalorizando-se o pensamento divergente e o papel que a criatividade pode ter para encontrar soluções.

Paralelamente, os conteúdos lecionados não se interligam numa lógica interdisciplinar, no sentido de fortalecer o raciocínio abrangente, valorizando-se, do mesmo modo, o trabalho individual do aluno, contraposto a uma dinâmica cooperativa de aprendizagem e de autoquestionamento e descoberta.

Por outro lado, na sociedade atual os conhecimentos renovam-se rapidamente em consequência do progresso científico e tecnológico, obrigando o indivíduo a desenvolver capacidades de adaptação a novas circunstâncias e situações. Nesse sentido, desenvolver o potencial criativo pode significar a sobrevivência no próprio mundo laboral, para o qual a escola deve preparar o indivíduo.

Hargreaves defende que a missão de ensinar, na sociedade de conhecimento, implica cultivar diversas capacidades nos jovens, como a aprendizagem cognitiva profunda, a criatividade, ou o trabalho em rede e em equipa, entre outras.  

Howard Gardner, por seu lado, defende que as crianças desenvolvem, até aproximadamente aos 7 anos, um manancial criativo a partir do qual desenvolverão o seu potencial futuro, estimulando-o e aumentando-o à medida que crescem.  Contudo, à medida que a criança cresce, começa a preocupar-se com o que os outros pensam das suas ideias, iniciando um processo de auto-inibição da sua criatividade. Já sem referir que a própria escola impõe limites bem delineados. O desafio do educador, portanto, também passa por assegurar que os jovens desenvolvem capacidade de resiliência, ao mesmo tempo que adquirem vontade de partilhar as suas ideias, de as discutir, aceitando sugestões, críticas, contributos, maximizando oportunidades de expressão criativa nos processos de ensino e aprendizagem, e fortalecendo comportamentos que preparam o aluno a pensar de uma maneira autónoma, flexível e imaginativa.

Afinal, a capacidade de trabalhar imperativamente através de parcerias criativas é uma competência essencial do nosso século.

Desta forma, criar uma ação de formação que integre a escrita criativa e a ilustração interligadas, possibilitará ao formando apreender de modo privilegiado a mais valia que uma educação plural, inclusiva, estruturada e sustentada na estética, na arte e no pensamento possibilita no mundo atual.




Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras e Instituto Pupilos do Exército;                     ;
  • 2.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                            janeiro: 27(sábado) 09h00-13h00 e 14h00-16h00;

                        fevereiro: 03(sábado) 09h00-13h00 e 14h00-17h00;

                                           17(sábado) 09h00-13h00 e 14h00-17h00;

                             março: 03(sábado) 09h30-14h30.                                       

Ação 34: 2017/2018: Teaching English to young learners

Publicado a 11/09/2017, 08:29 por Bruno Henriques   [ atualizado a 21/12/2017, 04:29 por Inacia Oliveira ]

Curso de Formação: 12HP, 0,5 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-84729/15
Formadora:  Alzira de Sá
Local: A Determinar
Grupos de recrutamento: Grupos de Recrutamento: 120, 220 e 330
Calendário: 
A Determinar

                                                                       

Descrição


A introdução da obrigatoriedade da disciplina de inglês no 1.º ciclo, concretamente nos 3.º e 4.º anos, conduziu à criação de um quadro normativo que fixou os 
conteúdos da disciplina - Metas Curriculares de Inglês (19 de dezembro de 2014) http://www.dge.mec.pt/ingles -   e à criação de um novo código de recrutamento: 120.

Face a esta nova definição do quadro normativo e perante a diversidade não só dos alunos existentes nas escolas, como também dos percursos dos docentes a nível 
de formação académica e de aquisição de habilitação profissional para a docência no grupo 120, surge a necessidade de realizar formação que garanta a aquisição 
de um quadro comum de referências teóricas e de estratégias de aprendizagem da língua inglesa para young learners, visando uma boa integração e o sucesso escolar 
e, igualmente, tendo em conta as novas realidades da avaliação externa.



Seleção de formandos

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.

Detalhes da calendarização

                                                                                                                                            

                                                                                                                                             A DETERMINAR

Ação 30: 2017/2018: Cultura de sala de aula — contributos para a aprendizagem da matemática (INICIADA)

Publicado a 11/09/2017, 08:18 por Bruno Henriques   [ atualizado a 24/04/2018, 07:28 por Geral - Centro de Formação MbM ]

Oficina de Formação: 26HP+26TA, 2,1 UC
Registo de Acreditação: 
CCPFC/ACC-91520/17
Formadora: Graciosa Veloso
Local:  AE Vergílio Ferreira
Grupos de recrutamento: Grupos de Recrutamento 110 e 230
Calendário: 
10 de janeiro de 2018 a 06 de junho de 2018 

                                                                       

Descrição

Há vários anos que a investigação em educação matemática destaca a importância da cultura de sala de aula para a aprendizagem dos alunos. As normas sócio
matemáticas e as caraterísticas de um ensino exploratório são dois aspetos importantes a desenvolver e que têm recolhido contributos significativos da investigação
realizada em vários contextos educativos. 

Um outro aspeto importante a destacar é a problemática do questionamento na aula de matemática. Esta problemática tem sido objeto de várias investigações recentes
com novos contributos para o papel do professor na aprendizagem quando se atende às diversos dinâmicas de mediação entre o professor e os alunos e se valoriza o
papel ativo dos alunos na aprendizagem. Destacam-se os trabalhos de Mason (2000, 2010) em que este investigador defende que se tomarmos atenção aos tipos de
perguntas que fazemos poderemos influenciar o desenvolvimento da consciência e do poder do raciocínio matemático dos alunos. Para este investigador é importante
que o professor consciencialize e reflita sobre as perguntas que faz nas várias situações didáticas que vive com os alunos, procurando compreender em que medida as
questões que habitualmente coloca promovem dependências dos alunos, configurando muitas vezes situações que contariam o desenvolvimento das capacidades de
raciocinar matematicamente. Ao pensar sobre esta problemática o professor pode melhorar muito a sua maneira de fazer perguntas aos alunos.

Esta ação tem como ponto de partida esta temática do questionamento e o interesse que o assunto recolheu junto de um grupo de professores do 1.º ciclo de um
agrupamento num seminário de formação. Pretende-se, assim, aprofundar o assunto do ponto de vista teórico e recolher ideias decorrentes de experiências a realizar
pelos professores que vierem a realizar a ação. Neste sentido, como responsáveis pela formação de professores de Matemática na ESE de Lisboa, continuaremos a
construir, de forma colaborativa com os profissionais, respostas para as exigências da inovação curricular que decorrem dos novos programas e orientações curriculares,
das possibilidades que as tecnologias de informação oferecem, da heterogeneidade dos públicos escolares e do desenvolvimento da investigação.

A ação poderá ser oferecida a um grupo de professores do mesmo agrupamento, sendo uma temática com efeito catalisador para todos os professores visto que não está vinculada a temas programáticos de nenhum ano de escolaridade. A dimensão prática da ação, com uma forte ligação à realização de experiências e à colaboração entre docentes na mesma aula, configuram para a ação a modalidade de oficina.



Seleção de formandos:

  • 1.ª prioridade: Docentes das escolas associadas ao CFAEMBM.



Detalhes da calendarização:

                        janeiro: 10(quarta feira) 17h00 - 19h30; 31(quarta feira) 17h00 - 19h30; 

                     fevereiro: 07(quarta feira) 17h00 - 19h30; 21(quarta feira) 17h00 - 19h30;

                         março: 07(quarta feira) 17h00 - 19h30; 21(quarta feira) 17h00 - 19h30;

                            abril: 17(terça feira) 17h00 - 19h30;

                           maio: 02(terça feira) 17h00 - 19h30; 23(terça feira) 17h00 - 19h30;

                          junho:  06(terça feira) 17h00 - 19h30.
                        

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